Ninguém quer chefe. Todo mundo quer líder.
- Kennedy Augusto
- 5 de jun.
- 1 min de leitura
Atualizado: 12 de jun.

Sabe aqueles times que têm brilho nos olhos, que se envolvem de verdade, que fazem acontecer mesmo em meio ao caos? Sempre tem alguém ali liderando com presença. Não com gritos, controle ou fórmulas prontas, mas com escuta, clareza e humanidade.
Liderar de verdade não é sobre ter todas as respostas. É sobre fazer as perguntas certas. É estar junto quando algo dá errado, sem buscar culpados. É comemorar junto quando dá certo, sem precisar estar no centro do palco. Não tem nada a ver com ser bonzinho, tem tudo a ver com criar um ambiente onde as pessoas querem estar. Onde se sentem seguras para falar, para tentar, para errar e tentar de novo.

O nome disso é liderança transformacional. Mas mais do que um conceito bonito, é uma escolha diária. Escolher liderar com presença. Escolher praticar o que se fala. Escolher ser a cultura que você espera ver no seu time. Porque não adianta querer colaboração se você lidera com medo. Não adianta pedir inovação se não há espaço para o erro. E não adianta cobrar autonomia se tudo ainda passa por você.
Na Populus a gente acredita que líderes são alavancas de cultura. E que toda transformação começa por eles. É por isso que nosso trabalho com liderança não começa em planilhas ou testes, começa em conversas profundas. Escuta real. Acesso a si mesmo. Desenvolvimento que não decora, transforma. A gente não oferece atalhos. A gente constrói caminho.
Se você sente que está nesse ponto de virada, ou quer chegar lá, vem conversar com a gente.No seu tempo, no seu jeito, no seu momento.
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